Royal Cafe

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Royal Cafe Convida: D3O

Novembro 29, 2007 · 1 Comentário

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Os D3Ö (lê-se the trio) são um dos estilhaços dos Tédio Boys, a mítica banda de rock’n’roll de Coimbra que marcou o panorama musical português na década de 90. Liderados pelo carismático vocalista/guitarrista Toni Fortuna, os D3Ö são um power-trio à antiga, complementado por Tó Rui (na guitarra) e Miguel (na bateria).

Formaram-se em 2002 e desde aí já gravaram três Eps: 6PackTrack, 8TracksOnRed e 7HeartBeatTracks. Com o fechar deste ciclo, os D3Ö andam agora na estrada a promover esta triologia, lançada recentemente em formato box-set.

Power-trio com influências declaradas no blues-rock eléctrico, os D3Ö são uma das melhores bandas nacionais ao vivo da actualidade.

O Royal Cafe aproveitou a presença dos D3o para lhes colocar as seguintes questões:

Royal Café:  Descrevam a vossa música numa frase.
D3O: ROCK, entrega, suor e diversão.

R.C.:  Consideram-se parte do movimento musical de Coimbra, que inclui nomes como Wray Gunn, Bunny Ranch, entre outros?
D.:
Eu sinceramente não acho que exista um movimento em coimbra, só pessoas que ao longo dos anos sempre quiseram fazer música, empenhados num objectivo, e ainda o estão(empenhados), e assim acho que nós podemos ser mais um exemplo disso.

R.C.: E reconhecem uma “regionalização” musical em Portugal? Que se conseguem identificar os diversos movimentos musicais, a partir das suas origens regionais?
D.: Penso que não é uma questão de região, depende da altura em que determinado projecto aparece, o que pretendem fazer nessa altura, que experiencias tiveram e até que ponto querem repetir a mesma experiencia ou tentar alguma coisa nova.

R.C.: Quais as vossas maiores influências?
D.: Tudo o que nos rodeia, a vida em geral.

R.C.: Como classificam o actual panorama musical nacional?
D.: Está muito melhor do que estava há uns anos, mas ainda há muito para fazer.

R.C.: E o que acham das novas bandas e tendências musicais portuguesas?
D.: É tudo um bocado ciclico, depende se essas bandas aparecem por vontade dos próprios musicos ou se depende de “castings”, porque quando inicias um projecto, de raiz, o que fazes é fruto do aglomerado de experiencias e vontades dos envolvidos, agora se for uma questão de “casting”, é só mesmo vender uma coisa que de alma tem pouco…

R.C.: Porque é que a exportação musical continua a ser tão grande obstáculo às bandas portuguesas?
D.: Porque as bandas não se mexem para sair de portugal, a vida é cheia de sacrificios, e só espalhando a semente se colhem frutos…

R.C.: E que medidas resolveriam essa questão?
D.: Cabe a cada um descobrir o seu caminho…

R.C.: O que podem esperar as pessoas de um concerto dos d3o?
D.: Entrega, diversão, rock, suor e tudo o resto só se sabe estando lá e no próprio dia e hora da entrega.

R.C.: Qual o concerto que mais gostaram de dar até hoje?
D.: Não creio que se consiga ter uma unanimidade sobre UM, pensamos sempre no próximo.

R.C.: E com que bandas gostariam de partilhar um line-up?
D.: Muitas, dependendo do sítio onde se estivesse a tocar, desde as míticas até ás mais recentes….

R.C.: O que acham do conceito do Royal Cafe?
D.: Um bom conceito, uma boa iniciativa, FORÇA RAPAZES!!!

R.C.: E uma palavrinha acerca do progresso tecnológico. O que vêm de positivo/negativo nisso? Em termos gerais.
D.: Como tudo, existe sempre aspectos positivos e negativos, mas ainda assim é muito melhor do que viver na ignorância, só dá trabalho percebermos o que não queremos….e fazer a opção mais acertada possível.

R.C.: Quais as vossas perspectivas de futuro?
D.: Continuar o nosso trabalho com a entrega de sempre e conseguir chegar mais longe a a mais pessoas.

R.C.: Querem deixar alguma mensagem aos jovens aspirantes a músicos?
D.: Acreditem no vosso trabalho, e não desistam na primeira contrariedade. Permaneçam firmes em relação aos vossos principios.

D3o Myspace

O Royal Cafe agradece a sua presença. Voltem sempre.

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The Shock Doctrine

Novembro 16, 2007 · Deixe um comentário

The Shock Doctrine

Pequeno documentário de Jonas Cuarón, Alfonso Cuarón e Naomi Klein:

Website

Categorias: Cinema

Retrospectiva: Fernando Eimbcke

Novembro 13, 2007 · Deixe um comentário

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Fernando Eimbcke é um argumentista/realizador de cinema mexicano.

Nascido em 1970, na Cidade do México, Fernando estudou realização de cinema no Centro Universitário de Estudos Cinematográficos, no México, entre 1992 e 1996. Começou a sua carreira realizando curtas-metragens e videoclips. A sua primeira longa-metragem foi “Temporada de Patos”, em 2004, que arrecadou diversos prémios nos variados festivais de cinema internacionais e despertou inveja em Alfonso Cuarón. Foi o próprio que o admitiu aquando o seu primeiro visionamento, afirmando que logo nos primeiros 10-15 minutos pensou que deveria ter sido ele a fazer aquele filme, porque era realmente bom. Contudo, foi o mesmo Cuarón que arranjou uma distribuidora internacional para “Temporada de Patos”. Actualmente, Fernando está a filmar a sua segunda longa-metragem “Te Acuerdas de Lake Tahoe?”.

O Royal Cafe aguarda ansiosamente pela sua conclusão. Fernando Eimbcke promete.

Ficam aqui algumas das suas obras:

Curta-Metragem – “La Suerte de La Fea a La Bonita No Le Importa” (2002)

Trailer – “Temporada de Patos” (2004)

Curta-Metragem – “Perro Que Ladra” (2005)

Curta-Metragem – “Adios a Las Trampas” (2005)

Espero que gostem tanto como nós.

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Eu Queria Ter Estado Lá

Novembro 10, 2007 · Deixe um comentário

Mais uma:

“Headlights Look Like Diamonds” 

Uma das melhores músicas deles (para quem não conhece).

Categorias: Eu Queria Ter Estado Lá · Música

Black Snake Moan

Novembro 7, 2007 · Deixe um comentário

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“Black Snake Moan”, de Craig Brewer (2006)

Craig Brewer é um dos mais promissores realizadores/argumentistas norte-americanos, da chamada “nova geração”. Em 2000, recorrendo ao dinheiro herdado com o falecimento do seu pai, comprou uma câmara mini-dv e juntou grande parte da sua família para desempenhar os diversos cargos técnicos de “The Poor & Hungry”, o seu filme de estreia. Com um orçamento de cerca de 20 mil dólares, a sua obra de estreia conquistou o prémio máximo do 4º Festival de Cinema de Hollywood, no mesmo ano. Perante o sucesso que o filme obteve junto da crítica, conseguiu financiamento para o seu próximo filme – “Hustle & Flow” – e arrebatou o prémio máximo no festival de Sundance do mesmo ano.

O Royal Cafe também recomenda a visualização de “Hustle & Flow” – um exercício fílmico sobre o universo “Pimp” norte-americano, sempre com as influências hip-hop como pano de fundo e ponto de escape, em jeito de fábula neo-realista. Brewer é exímio a retratar um universo “sujo”, “feio” e, consequentemente, mais rejeitado pelo senso-comum, mas não mais desprovido de sonhos e ambições.

“Black Snake Moan” é o terceiro filme de Brewer. E troca o cenário urbano de Memphis, Tenessee (em “Hustle & Flow” passeamos por um subúrbio específico da cidade, mas universal nos seus contextos de pobreza e ausência de moralidade) por uma paisagem rural do mesmo estado. Curiosamente, é o estado em que Brewer nasceu e viveu grande parte da sua vida. E se em “Hustle & Flow” sentimos todo o hip-hop que transborda de cada passeio, cada esquina, cada casa e, acima de tudo, cada alma, “Black Snake Moan” é uma questão de Blues. Dos Blues das raízes norte-americanas, do Mississipi e de todas as pequenas povoações afro-americanas do estado do Tenessee.

E se em “Hustle & Flow” se contava em entrelinhas uma história de amor, relegada para plano secundário graças ao protagonismo que os confrontos emocionais e psicológicos que os personagens viviam, em “Black Snake Moan” o método é semelhante. Ataques de ansiedade, traumas emocionais e disputas interiores são o ponto primário da história que nos é contada. É um filme de personagens e, acima de tudo, das suas fragilidades. É, igualmente, um filme de sonhos, ambições e conquistas pessoais. E, também, uma história de amor.

O leque de personagens principais é fabuloso. Samuel L. Jackson vive o pós-trauma do término de um casamento de vários anos, isolado na sua quinta, refugiando-se no álcool e nos blues que outrora faziam dele um homem de significado cultural no seu meio. Christina Ricci tem uma das mais espantosas representações femininas de que o Royal Cafe se recorda. Ela é uma jovem que vê o namorado partir para uma experiência militar e assim se vê privada de todo o conforto emocional que este lhe transmite, regressando a um passado bem presente de distúrbios psicológicos, cujo único refúgio que encontra é nas dezenas de órgãos sexuais que co-habitam no seu meio. Justin Timberlake é o namorado que sofre ataques de ansiedade sucessivos que, ao partir, se vê esvanecer o seu “calmante”, a sua mais-que-tudo cara-metade.

E, em “Black Snake Moan”, Brewer arquitecta uma história que nos vai atribuindo, a pouco e pouco, os detalhes que precisamos para a compreender e apreciar. É um filme atípico, com a alma de uma boa canção de blues e que questiona a força do amor. E aborda a necessidade de relações humanas, a necessidade de tranquilidade interior e a necessidade de afirmação em determinado meio. Porque o termo “meio” pode ser mais circunscrito do que se pretende.

O filme data de 2006 e, curiosamente, não estreou nos cinemas nacionais. Saiu no passado dia 31 de Outubro a edição em dvd, com extras muito interessantes, tais como comentários do realizador, entrevistas com os actores, um making of do filme, cenas cortadas e curiosidades significativas em termos de construção da narrativa.

Vejam o filme. E apaixonem-se por Christina Ricci. Por Jackson. Pelo gospel. Pelos Blues. Pelo conceito de amor. E, acima de tudo, por vocês próprios. Porque o filme origina essa reflexão. E transporta-nos para o profundo Tenessee, como se o conhecessemos tão bem como à nossa região. Porque o filme consegue isso. Absorver-nos nessa cultura tão distinta, mas, simultaneamente, tão universal – A cultura do amor – Que não tem margens. Nem nome.

Trailer

O Royal Cafe recomenda. E vocês?

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Royal Cafe Convida: Mandrágora

Novembro 4, 2007 · Deixe um comentário

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“Mandrágora é nome de uma planta que possui virtudes fecundantes e  
afrodisíacas, uma raiz medicinal cujo fruto, idêntico a uma pequena  
maça, exala um odor forte e fétido. A raiz da planta tem a forma  
humana e de acordo com a crença popular, a mandrágora grita como gente  
quando é arrancada da terra.
É também o nome de um jovem colectivo do Porto, que se destaca pela  
criatividade das suas composições originais. Temas que evocam a  
tradição musical Portuguesa, exploram o encontro com outras culturas e  
deixam ainda transparecer uma grande diversidade de influências da  
música moderna.
Duas maquetas, o disco de estreia “Mandrágora” e largos anos de  
concertos nacionais e internacionais, são a raiz gritante desta banda  
folk.
A primeira maqueta “Presença”, gravada em 2000 obteve o 2º lugar nos  
“Prémios Maqueta”. Já “O Aranganho”, promocional de 2002, serviu de  
balão de ensaio para o que viria a ser o futuro disco.
O álbum de estreia “Mandrágora” foi editado pela Zounds/Sabotage em  
2005 e imediatamente aclamado pela critica especializada, chegando a  
ser apontado como “o melhor álbum de grupos Portugueses de 2005″ Luís  
Rei – Crónicas da Terra.
A atribuição do Prémio Carlos Paredes de 2006 em exaequo com “Ascent”  
de Bernardo Sassetti, veio confirmar o mérito deste trabalho. O prémio  
Carlos Paredes é atribuído pela Câmara de Vila Franca de Xira, com o  
objectivo de premiar anualmente o melhor álbum de música instrumental  
não erudita, nomeadamente a de raiz popular portuguesa, tendo em conta  
a importância que ela tem para o reforço da nossa identidade cultural.
Das actuações ao vivo na banda, destacam-se a participações no 1º.  
Festival Intercéltico de Sendim (2000), Festival Cuarto de los Valles  
(Astúrias, 2001), Teatro do Campo Alegre (2001), Folkontest em  
Grândola, Eurofolk 2002 (França), no 10º aniversário do programa  
radiofónico “Viva a Música”, da Antena1 (2005) e no Festival de Música  
Tradicional Portuguesa na Casa da Música (2006).”

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O Royal Cafe aproveitou a presença dos Mandrágora para lhes colocar as seguintes questões:

Royal Café: Descrevam a vossa música numa frase.

Mandrágora: Música instrumental de muitas influências, tradicionais e modernas, numa fusão inesperada, profunda, nada superficial – Gostámos muito quando o João Bonifácio no Público se referiu a nós como: “música não domada”. 

R.C.: Como se formaram os Mandrágora?

M.: Três de nós (Ricardo a Filipa e Pedro) começamos a encontrar-nos só pelo gozo de tocar em meados de 1999.
Em 2000 decidimos levar as coisas mais a sério, gravamos uma maqueta e integramos mais dois músicos para dar os primeiros concertos.
 

R.C.: Como foi receber o prémio Carlos Paredes 2006? Consideram-no a máxima distinção nacional da música Folk portuguesa?

M.: Não podemos dizer que seja a máxima distinção da música Folk Portuguesa em geral visto que se trata de um prémio específico para música instrumental não erudita.Agora recebê-lo em “ex-aequo” com “Ascent” de Bernardo Sassetti foi uma honra e um privilégio e só prova que estamos no bom caminho…agora é só continuar a trabalhar. 

R.C.: E receber o prémio no álbum de estreia podem influenciar o futuro em que medidas?

M.: Além de uma maior exposição a nível nacional, o disco que se segue terá que ser ainda melhor. 

R.C.: Porquê recuperar uma tradição musical algo “esquecida” nos dias de hoje? Utilizar instrumentos cada vez mais raros no panorama musical mundial?

M.: É normal dar um carinho especial a objectos do passado achados no presente.As modas são cíclicas, o que hoje parece esquecido pode ser revivido amanhã. Quantas vezes vimos, por exemplo na forma de vestir, velhos costumes ser adoptados novamente. Provavelmente isso aconteceu-nos com a música. No entanto não nos consideramos assim tão fieis a uma tradição. Vivemos num mundo de influências ás quais não escapamos. Provavelmente o que acontece é que há uma tentativa de compilar aquilo que nos agrada; velhos sons com novas musicalidades.  

R.C.: Qual a actuação que mais gostaram de ter dado até hoje?

M.: Na Casa da Música aquando do Festival de Música Tradicional, e nos Açores, as pessoas proporcionaram uma festa a qual não vamos tão cedo esquecer. A proximidade e o carinho com que fomos recebidos marcaram-nos de uma forma especial. Alguns rostos ainda hoje estão presentes quando nos lembramos do concerto dado à beira mar iluminado pela lua que parecia maior do que alguma vez foi. 

R.C.: E qual o festival que “dariam tudo” para actuar?

M.: Woodstock nos anos 60. 

R.C.: Acham que nos dias de hoje há uma necessidade de recuperar hábitos remotos? Não só na música, mas no próprio quotidiano?

M.: Reviver o passado é compreender o futuro. Mesmo que não recuperados, há a necessidade de compreender os velhos hábitos. 

R.C.: Acham que o progresso tecnológico pode ser ameaçador? Em que aspectos?

M.: O progresso tecnológico torna a vida mais fácil e confortável, musicalmente falando. Também nós gostamos dos “efeitos” que temperam o som. O facto de ser mais fácil um individuo compor, editar e divulgar a sua música no conforto de sua casa só pode ser considerado uma bênção dos tempos modernos. Claro que já recorremos à Internet para ter contacto com alguma musica sem ter que comprar o CD. O que pode ser considerado uma perda de venda pode, também,  ser considerado uma forma gratuita de divulgação de um trabalho. Infelizmente nem tudo são rosas, e o progresso tecnológico é realmente ameaçador na área da preservação ecológica. Não há bela sem senão. 

R.C.: Quais as vossas maiores influências?

M.: Cada elemento tem as suas influências mais pessoais. Há uma certa individualidade neste ponto. As influências pessoais dos membros da banda variam entre o Jazz, o Rock, o Folk e estilos mais alternativos, e mesmo nos estilos coincidentes entre os elementos há referências distintas. Apenas o amor pela música é o mesmo. 

R.C.: Gostavam de fazer uma banda-sonora para um filme?

M.: Claro, porque não? 

R.C.: Como se classificam enquanto actuação ao vivo?

M.: Simplicidade é a palavra que nos ocorre. Poderão ser até os próprios instrumentos que pintam o cenário. 

R.C.: Querem deixar alguma mensagem aos jovens aspirantes a músicos?

M.: Quer se seja um músico profissional ou apenas porque se gosta, ser musico é um privilégio. É uma forma de expressão que não se consegue ter com palavras. Se há a vontade de aprender a tocar um instrumento essa vontade deve ser cumprida. Todos deviam saber tocar qualquer coisa.

Os Mandrágora aceitaram disponibilizar para os clientes do Royal Cafe o seu vídeo promocional.

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Myspace

O Royal Cafe agradece a vossa presença. Voltem sempre.

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Cinema Português

Novembro 4, 2007 · Deixe um comentário

Porque bem perto de todos nós, podemos apoiar o cinema português.

Três filmes portugueses em simultâneo nos diversos cinemas nacionais.

Escolham e percam o preconceito.

“A Outra Margem”, de Luís Filipe Rocha

Teaser 1

Teaser 2

Teaser 3

“Corrupção”, de João Botelho(?)/Utopia Filmes

“O Julgamento”, de Leonel Vieira

Só é pena que nem “A Outra Margem”, nem “O Julgamento” sejam tão bem distribuídos como “Corrupção” pelas salas nacionais…

Também deixo aqui o trailer de um filme semi-português (também em exibição nas nossas salas), “The Inner Life of Martin Frost”, escrito e realizado pelo novelista norte-americano Paul Auster, rodado em Portugal e produzido por Paulo Branco.

Vamos acreditar neste sinal de mudança.

Categorias: Cinema

Substantia

Novembro 4, 2007 · Deixe um comentário

Porque vale mesmo a pena ver.

De: Mayec Rancel e José A. Soto

Música de: Bruno Bizarro (Myspace)

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Categorias: Cinema