March Music Madness: #2

Podia ser Bach, Mozart ou Beethoven.

A obra de qualquer um deles fala por si, tornando-se os seus nomes maiores que a própria música. São os supra-sumos, estando para as notas musicais como o Hitchcock, o Spielberg e o Tarantino para as fitas em termos de disseminação popular e até o mais desinteressado ser já ouviu falar deles (qualquer um, do mais miúdo ao mais graúdo, sabe que associado a tais nomes se esconde todo um campo semântico de fonéticas e melodias).

Contudo, antes deles viveu Vivaldi. Nome mais menosprezado do que os demais, estando inclusivamente até ao início do século XX mergulhado num esquecimento decorrente de uma já-tão-cliché-nestes-casos morte na miséria, o que é um facto é que sem o arrojo e sem a alegria musical de Vivaldi o caminho não se pavimentaria.

Nascido em Veneza (1678) e enterrado em Viena (1741), o “Padre Ruivo” teve um fundamental papel na História da Música e uma singular vida (com todos os ingredientes desejados para um excelente filme).

A escolha do Royal Cafe recai sobre a sua mais famosa, impressionante obra, “Le Quattro Stagioni”.

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