March Music Madness: #29

2005. O funeral de uns torna-se o renascimento de outros.

Nenhum disco esteve para mim tão perto da perfeição (em tudo o que possa simbolizar ou significar a minha ainda curta vida) quanto este. Mesmo que o “Neon Bible” e o “The Suburbs” estejam quase quase quase no mesmo patamar, mas não. “Funeral” só há um e foi este e mais nenhum.

É mais do que um disco, mais do que um conjunto de canções, mais do que um conceito que ainda não consegui definir.

E também, sinceramente, para quê arranjar definições ou quaisquer tipo de palavras para onde existe tanto sentimento?

Tenho um grande amigo que um dia me disse que tinha sonhado com um concerto dos Arcade Fire. Depois disse-me que já não iria precisar de presenciar tal concerto (leia-se qualquer concerto real da banda em questão), porque tudo o que precisava de sentir com a música deles já o havia encontrado durante esse mesmo sonho. Não me disse o que era, mas eu soube exactamente ao que se referia.

Religião? Talvez seja isto.

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