March Music Madness: #31

Diz-se que os segundos álbuns são o verdadeiro teste de fogo à estampa qualitativa de uma banda.

Na maior parte dos casos confirma-se o adágio. Há aquelas que passam impunes perante a exasperada crítica, salivante por abissais derrapagens, mas também há aquelas (a maior parte) que apanham a onda negativista e que escorregam rumo à esfumação crónica.

O caso dos Foals (e do fabuloso “Total Live Forever”) foi contudo curioso e até um tanto ou quanto sui generis.

Sobreviveu à maioria da crítica global (em alguns postos inclusive atingindo o devido olímpico destaque), mas o estilo mais narrativo, mais melódico e mais cerebral desiludiu alguns dos mais acérrimos fãs dos laivos math rock do disco predecessor. Talvez isso explique o facto dos Foals não se terem tornado, de imediato, numa banda de estádios e de tops radiofónicos como o destino os fará querer parecer.

Reflexões à parte, “Total Live Forever” é um grande disco.

Dos melhores (e creio vir a ser dos mais influentes) que me lembro de ouvir.

É feito de sublimes momentos e de preconizadas sublimações; é feito, sobretudo, de grandes canções.

A que se segue é apenas uma delas.

A história da música dar-lhe-á a justiça que merece.

Foi um prazer.

Para Abril, Mulheres Mil. Esperem pelas surpresas. O Royal Cafe agradece.

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