DOISMIL.13

RETRO.VISOR

com CINQUENTA DISCOS, OUTRAS TANTAS CANÇÕES, ALGUNS COMENTÁRIOS…

50. Bombino – Nomad

49. James Holden – The Inheritors

48. Honningbarna – Verder en Enkel

47. HAIM – Days Are Gone

46. Kodaline – In a Perfect World

45. Mutual Benefit – Love’s Crushing Diamond

44. Lorde – Pure Heroine

43. Márcia – Casulo

42. Blood Orange – Cupid Deluxe

41. Justin Timberlake – The 20/20 Experience

40. Jake Bugg – Jake Bugg

39. Drake – Nothing Was The Same

38. Phoenix – Bankrupt!

37. Phosphorescent – Muchacho

36. Miley Cyrus – Bangerz

35. Everything Everything – Arc

34. John Grant – Pale Green Ghosts

33. Bonobo – The North Borders

32. David Bowie – The Next Day

31. The Strokes – Comedown Machine

30. Atoms For Peace – AMOK

29. Depeche Mode – Delta Machine

28. Cold War Kids – Dear Miss Lonelyhearts

27. VA Sound City – Real 2 Reel

26. Unknown Mortal Orchestra – II

25. Devendra Banhardt – Mala

24. Black Sabbath – 13

23. The National – Trouble Will Find Me

22. Rodrigo Amarante – Cavalo

21. James Blake – Overgrown

20. Elton John – The Diving Board

19. Savages – Silence Yourself

18. Kurt Vile – Walking on A Pretty Daze

17. Neko Case – The Worse Things Get, The Harder I Fight, The Harder I Fight, The More I Love You

16. Pearl Jam – Lightning Bolt

15. Peace – In Love

14. Dawes – Stories Don’t End

13. Foals – Holy Fire

12. Bill Callahan – Dream River

11. Vampire Weekend – Modern Vampires of The City

10. The Flaming Lips – The Terror

Wayne Coyne & Cª conseguiram transportar-me com este álbum àquele local que sempre desejei ser levado por uns Boards of Canada ou uns The Knife, mas que nunca o fizeram. Experimentalismo com mais coração do que cabeça, ao contrário dos outros.

9. Beyoncé – Beyoncé

A rainha dos tempos modernos levantou-se do trono para mostrar à geração Florence & The Machine qual o caminho a seguir e passa imaculada, uma vez mais, pelo apogeu da música POP.

8. Nick Cave and The Bad Seeds – Push The Sky Away

Maior presença de Warren Ellis resultou num ímpar conjunto de camadas emocionais. Nunca os sons de Nick Cave e dos Bad Seeds me soaram tão bem como desta vez.

7. Kanye West – Yeezus

Destemido como nunca, Kanye continua a marcar o seu trajecto pela História da Música. Reforçando-se com talentos como os de Frank Ocean ou do já habitual Justin Vernon, Yeezus inova em vários aspectos. E fá-lo quase sempre bem.

6. Arctic Monkeys – AM

O mais equilibrado álbum da discografia dos Macacos do Árctico é também aquele que mais se afasta da influência de Josh Homme que marcou os mais recentes trabalhos. Isso nem sempre é bom, mas Alex Turner consegue apontar para novos rumos sem perder o tino. Richard Hawley só pode estar orgulhoso.

5. Bad Religion – True North

Punk-rock como eu já não esperava voltar a ouvir. Clássico instantâneo e, após 30 anos de carreira, talvez o melhor álbum da história dos Bad Religion. Um dos principais marcos de 2013.

4. Arcade Fire – Reflektor

Com mais corpo e menos coração, a nova orientação da banda de Montreal cumpre os objectivos a que se predispuseram. É mais imediato que os predecessores e, talvez por isso, não perdura tanto na memória. A faixa título é dos melhores temas que já ouvi, mas as restantes nem sempre mantêm o mesmo nível. E também talvez por isso este álbum nos deixe saudosos por aquilo que os Arcade Fire nos habituaram a ser.

3. Daft Punk – Random Access Memories

Pop do melhor que há e electrónica corajosa a perseguir novas possibilidades que possam existir até para além do universo. Regresso épico e triunfal dos Daft Punk. Nada mais há a dizer, o álbum é uma verdadeira obra-prima e talvez o mais importante momento musical de 2013.

2. Paul McCartney – New

O Sir voltou para dissipar quaisquer dúvidas. É um génio musical como poucos a História teve o prazer de conhecer e “New” é um álbum de coração bem cheio. Que sortudos somos por Paul McCartney querer continuar a brindar-nos com pérolas como esta.

1. Queens of The Stone Age – …Like Clockwork

Não é tão imediato nem tão intenso como qualquer um dos álbuns anteriores de QOTSA. Mas …Like Clockwork é um reserva de colheita especial. Talvez a maior obra-prima de Josh Homme até ao momento; um disco maduro e inigualável. 2013 foi muito melhor por causa deste álbum.

…e UM PUNHADO DE FILMES

behind-the-candelabra frances ha gravity kapringen lincoln mud Only God Forgives spring-breakers insidellewyndavis the master To-The-Wonder Trance

2014 é agora.

E tem tudo para ser o primeiro ano do resto da minha vida.

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